O Fundo de Participação dos Municípios (FPM) deste ano tem apresentado redução de 2,01% em relação a 2014, se considerada a inflação do período. A baixa na arrecadação explica a queda nos repasses. E os valores menores explicam a angústia de prefeituras que dependem, quase que exclusivamente, deste dinheiro. O jornal O Estado de S. Paulo mostrou, em reportagem do dia 25 de abril, como os gestores municipais tem se virado para atender a população.
Para explicar a situação, a reportagem ouviu o presidente da Confederação Nacional de Municípios (CNM), Paulo Ziulkoski. O dirigente chamou atenção para um acúmulo de problemas. Ele lembrou que a queda no FPM é somada ao atraso de repasses e o não pagamento de obras em andamento. A União deve R$ 35 bilhões aos Municípios só de Restos a Pagar. “Esse é um problema muito grave, pois está interrompendo projetos e reduzindo investimentos”, disse Ziulkoski em entrevista ao Estadão.
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